IBPT foi citado em 13 veículos de comunicação na última semana de 27/11 a 04/12.

Veja a seguir algumas reportagens que o IBPT na última semana:

Distrito Federal, São Paulo e Rio são estados com melhor retorno à sociedade sobre arrecadação tributária

Desigualdades no retorno tributário: Uma análise detalhada por estado no Brasil. Brasil se manteve como o que menos retorna valores arrecadados em prol da sociedade em ranking de 30 países

Apesar da crescente arrecadação tributária no Brasil, o país se destaca como o que menos retorna esses valores em benefício da qualidade de vida de sua população, revela a 12ª edição do Índice de Retorno ao Bem-Estar da Sociedade (IRBES), elaborado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

O cálculo do IRBES combina a carga tributária em relação ao PIB e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), destacando disparidades entre os estados brasileiros. Pela primeira vez, o IBPT analisa o desempenho estadual, usando dados atualizados de 2020, revelando uma notável diferença na eficácia do retorno dos tributos à sociedade.

No topo do ranking em 2020, o Distrito Federal lidera com uma carga tributária de 3,94% sobre o PIB e IDH de 0,829, resultando em um impressionante IRBES de 180,93. São Paulo segue em segundo lugar, enquanto estados como o Maranhão enfrentam desafios na relação entre arrecadação de tributos e desenvolvimento humano.

O presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike, destaca a importância do estudo para avaliar a eficácia dos recursos arrecadados. A premiação financeira de R$100 mil para os projetos selecionados destaca a relevância do comprometimento e da inovação na cultura local.

A diversidade nos resultados evidencia a complexidade na relação entre a arrecadação de tributos e o benefício percebido pela população, apontando para a necessidade de políticas públicas mais eficazes. Os estados menos bem classificados enfrentam desafios relacionados ao desenvolvimento humano, indicando a urgência de uma gestão tributária mais eficaz.

João Eloi Olenike comenta: “A posição desses estados nos últimos lugares do ranking reflete a urgência de medidas que promovam uma melhor aplicação dos recursos tributários em benefício da população. É fundamental que essas regiões se empenhem em políticas públicas que promovam o desenvolvimento humano e melhorem as condições de vida de seus habitantes.”

Fonte: Tudo OK News

Tocantins fica em 10º em ranking de retorno de impostos na forma de serviços à população

Apesar da alta e crescente arrecadação tributária no Brasil, o país segue sendo o que menos retorna os valores em prol da qualidade de vida da sua população. Os dados são da 12ª edição do Índice de Retorno ao Bem-Estar da Sociedade (IRBES), um estudo elaborado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

O cálculo do IRBES é obtido a partir da somatória da carga tributária em relação ao PIB (ponderado com peso de 15% de importância) com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) (ponderado com peso de 85% de importância).

Os dados da carga tributária, que é a arrecadação em relação ao PIB, foram obtidos junto à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Já os números do IDH vêm do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Ambos são referentes a última atualização disponível, do ano de 2021.

Por estado brasileiro

Pela primeira vez, o IBPT traz à tona uma análise detalhada sobre o desempenho dos estados brasileiros em relação ao retorno dos tributos à sociedade, com uma compreensão obtida a partir dos dados mais atualizados de arrecadação tributária (CONFAZ), PIB por estado (IBGE) e IDH por federação (Atlas Brasil), todos de 2020. Os resultados revelam uma notável diferença entre as unidades federativas do país.

O presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike, destaca a importância do estudo para avaliar se os recursos arrecadados estão sendo usados de maneira eficaz para melhorar a qualidade de vida da população. Os resultados revelam disparidades significativas entre os estados brasileiros.

No topo do ranking do Índice de Retorno ao Bem-Estar da Sociedade (IRBES) em 2020, encontramos o Distrito Federal, com uma carga tributária de 3,94% sobre o PIB local e um sólido Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,829. Esses números resultam em um impressionante IRBES de 180,93. Em segundo lugar, temos São Paulo, com uma carga tributária de 7,61% e um IDH de 0,823, alcançando um IRBES de 176,20.

No entanto, a situação é diversa em outros estados. O Maranhão, por exemplo, apresentou uma carga tributária de 8,59% e um IDH de 0,699, resultando em um IRBES de 164,54, o que o coloca na 24ª posição do ranking. Isso indica uma relação desafiadora entre a arrecadação de tributos e o desenvolvimento humano na região.

O Tocantins, com uma carga tributária de 8,35% do PIB, fica na 10% posição do ranking nacional, mas possui um IDH de 0,755.

Essa diversidade de resultados aponta a complexidade da relação entre a arrecadação de tributos e o benefício percebido pela população. O estudo do IBPT fornece uma visão abrangente das diferenças regionais no Brasil, destacando áreas onde melhorias podem ser feitas para otimizar o uso dos recursos públicos e, consequentemente, o bem-estar da sociedade.

Fonte: AF Notícias

ICMS mais caro será sentido no bolso do consumidor; entenda

O Rio Grande do Sul pode iniciar 2024 com um aumento geral nos valores dos produtos e serviços. Isso porque o Piratini protocolou na Assembleia um projeto de lei para elevar a alíquota do Imposto sobre Circulação e Serviços (ICMS) de
17% para 19,5%.

A mudança, se aprovada, vai pesar no bolso do consumidor final, já que o valor do tributo é embutido no preço de revenda. A justificativa do Estado é que a reforma tributária aprovada no Senado vai impactar negativamente na arrecadação
gaúcha.
A aprovação das novas alíquotas vai render um aumento de receita estimado em R$ 2,55 bilhões em
2024 (em nove meses), R$ 3,59 bilhões em 2025 e R$ 4,36 bilhões, em 2026. Como 25% do valor pertence aos municípios, o Estado estima que terá uma receita adicional para as prefeituras estimada de R$ 637 milhões em 2024, R$ 897 milhões em 2025 e R$ 1,09 bilhão em 2026.

Fonte: Jornal NH

Veja mais citações do IBPT:

AF Notícias Jornal Nova Brasil – Rádio Folha de Alagoas Jornal NH Portal R7 Jornal Dia a Dia Tudo OK News UOL Rádio Jornal O Documento Poder 360 Portal R7 Região Noroeste



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Sobre o IBPT

Os estudos do IBPT são referências no mercado e visam identificar a carga tributária dos diversos setores da economia brasileira ou de uma empresa, especificamente. Eles fornecem um diagnóstico da tributação que incide sobre determinadas atividades, com dados suficientes para implementar uma gestão tributária e aumentar a competitividade. Realizamos pesquisas corporativas e de setores específicos para reduzir o peso dos tributos por meio de uma gestão tributária eficiente.

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